Especialistas Ensinam a Levar Redes de Franquias para Consumidores Estrangeiros

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A FranquiaDave Hood, presidente do iFranchise Group, e Michael Poynor, fundador da Retail Expertise, falam sobre oportunidades e desafios de mercados internacionais.

Dave Hood, presidente do iFranchise Group, e Michael Poynor, diretor e fundador da Retail Expertise, subiram ao palco do 4º Fórum Internacional de Gestão de Redes de Franquias, nesta quarta (dia 24), para trazer um panorama geral sobre os mercados de franchising nos Estados Unidos e na Europa. Nas duas palestras, foram abordadas as oportunidades e desafios encontrados por franqueadores em processos internacionais de expansão.


Na opinião de Hood, além da cultura de litígios, concorrência acirrada e adaptação a hábitos de consumo, a dificuldade em lidar com a legislação fragmentada é um dos maiores obstáculos para operações com foco no consumidor americano. “Além de uma lei federal bastante complexa, existem 14 estados com regulação própria sobre franchising.” De acordo com o consultor, entre os segmentos que mais se destacam no país, estão os de serviços e educação infantil (22%), recreação e entretenimento (17%) e serviços para idosos (15%) - este último, crescendo rapidamente nos nichos de enfermagem e cuidados especiais. 

Cenário europeu

Para abordar oportunidades em países da Europa, Michael Poynor, diretor e fundador da Retail Expertise, trouxe um panorama geral da região. Segundo Poynor, as franquias têm se mostrado como um modelo de negócio resistente mesmo em períodos de crise. Entre os casos de destaque, o especialista destacou a Turquia. “É um mercado bastante segmentado que oferece oportunidades em diversas áreas.”

Do lado ocidental do continente, Poynor aponta as oportunidades relacionadas a propostas de convergência cultural com produtos brasileiros. “Tudo que envolve futebol, moda e acessórios e culinária típica tem boas chances de dar certo.” Sobre o caminho inverso da internacionalização – o de empresas europeias interessadas no Brasil – Poynor ressalta os altos custos tributários. “Os custos chegam a ser proibitivos e resultam em preços finais altíssimos. Isso faz com que muitas marcas optem por modelos de licenciamento.”



Fonte: PEGN

 

 




 

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