Meu Negócio vai Morrer?

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O EmpreendedorSe você quer criar uma empresa duradoura, verifique se os princípios do negócio vão sobreviver a você e crie um programa de sucessão.

Você batalhou, conquistou o seu espaço e o seu negócio está crescendo e relativamente consolidado. 

Agora, além de todos os desafios diários que, como todo empreendedor, você enfrenta, surge a pergunta se o seu negócio vai durar ou o que fazer para que ele não morra.



Essa ameaça de extinção não é um privilégio das pequenas e médias empresas, e sim uma batalha diária contra a morte que todos os executivos, conscientemente ou não, travam.

Assim como os seres vivos, organizações nascem, crescem, amadurecem e apenas tendem a envelhecer e também a morrer.

Essa batalha diária a que me referi, assim como a medicina preventiva, as vacinas, as vitaminas e os remédios que tomamos, deve acontecer em várias frentes.

A primeira que acho extremamente importante, e considerando que infelizmente nós não somos imortais e não podemos driblar o envelhecimento e a morte como as empresas, é sucessão.

Sucessão não significa apenas trabalhar na parte de cima, que parece a mais óbvia, mas também incentivar todos os seus parceiros (ou colaboradores, como alguns gostam de chamar) a desenvolver sucessores capazes de substituí-los no futuro, seja nas suas férias, eventuais promoções, demissão, aposentadoria ou mesmo morte.

Embora possa parecer simples na teoria, essa é uma prática muito difícil de ser implementada pois esbarra-se nas inseguranças típicas de todo ser humano de sentir a sua posição ameaçada.

Uma das melhores formas de promover isso é incluir o desenvolvimento de pessoas e sucessores em todos os processos de avaliação de desempenho e consequentemente, nas premiações.

Veja que, ao criarmos esse processo dentro de uma organização, estaremos trabalhando na “renovação celular” desse organismo, que queremos viva eternamente.

James C. Collins e Jerry I. Porras, em seu livro “Feitas Para Durar” (Ed. Rocco), dão uma boa dica, chamando essas empresas duradouras como visionárias e dando algumas de suas características básicas, como empresas líderes em seu setor, admiradas por empresários conhecidos, deixaram uma marca indelével no mundo em que vivemos, tiveram várias gerações de altos executivos, passaram por ciclos de vida de vários produtos (ou serviços) e foram fundadas há mais de 50 anos.

Veja que as pequenas e médias empresas ainda não obtiveram várias dessas características, mas, se pudermos resumir aquelas em que todos os empreendedores deveriam estar preocupados para perpetuar os seus negócios, desde já eu trabalharia constantemente na renovação e na relevância de seus produtos e serviços para a sociedade.

Sobre a renovação de pessoas, além da criação de sucessores eu incluiria treinamento e políticas que incentivam a inovação dos produtos ou serviços.

Destaco a inovação pois os nossos produtos e serviços, assim como nosso organismo, são atacados diariamente por bactérias chamadas concorrência e obsolescência, para as quais a única vacina é inovar.

Finalmente, se você quiser perpetuar o seu negócio e criar uma empresa visionária na definição de Collins & Porras, identifique quais são os seus principais valores e princípios, independentemente das inovações, que deverão fazer parte do seu dia a dia, verifique se as eles resistirão ao tempo e, desde já, pense em como essa empresa viverá sem você.

 Fonte: PEGN

 

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