Sistema de Imagens de Segurança

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Resultado de imagem para segurança pngSTARTUP INOVA E EVOLUI SISTEMA DE IMAGENS DE SEGURANÇA
A Camerite cresceu 1.600% desde janeiro de 2017

Por causa do aumento do número de assaltos nas grandes cidades, empreendedores estão instalando câmeras para afugentar ladrões e melhorar a segurança de seus estabelecimentos. A Camerite, uma startup de Santa Catatina, inovou a tecnologia e vem ganhando destaque no mercado de segurança por armazenar em nuvem os vídeos gravados

Existia uma ineficiência muito grande no setor, porque as empresas cobravam muito caro para se instalar câmeras e para prover o acesso às imagens gravadas, além do processo extremamente complexo para fazer tudo isso acontecer”, afirma Cristian Aquino, de 31 anos, um dos fundadores da startup. “Por isso, quisemos montar um sistema utilizando a tecnologia em nuvem que pudesse simplificar e baixar o custo de tudo isso.”

A empresa nasceu em 2012, mas só quatro anos depois que Cristian e seus dois sócios, Miguel Abuab e Davi Abuab, implementaram o sistema de armazenamento em nuvem. “No início oferecíamos apenas um serviço de transmissão ao vivo”, diz Aquino.

Ele conta que foi só depois do desabamento da Arena Corinthians, em São Paulo, em 2013, que eles começaram a pensar em um sistema de armazenamento das imagens registradas. “Era uma das nossas câmeras com maior audiência e quando teve a queda da construção, muita gente queria o vídeo do episódio mas vimos que não tínhamos.”

Segundo Aquino, o custo e a tecnologia eram muito exigentes para permitir a gravação completa de todas as imagens. Foi depois de algum tempo que o armazenamento em nuvem surgiu como solução.

“Hoje, nossos usuários podem acessar a plataforma e vêem uma linha do tempo completa para assistir o vídeo de qualquer coisa que tenha ocorrido em qualquer momento do dia”, afirma ele.

A Camerite acessa milhares de câmeras por todo país, estando presente em quase 400 municípios, onde possui mais de 100 clientes. A startup apresentou um crescimento de 1.600% desde o início do ano, sempre vendendo seus serviços para empresas de segurança que, depois, são contratadas por pessoas e companhias pelo serviço de instalação e monitoramento.

“Trabalhamos muito com o monitoramento colaborativo. Ou seja, comerciantes ou residentes de uma rua específica pagam juntos para terem acesso às câmeras da sua vizinhança e garantirem sua segurança.” Segundo Aquino, o custo médio para o cliente acaba saindo na faixa de R$ 49,90 ao mês.

“Isso funciona muito bem porque muitas vezes o meliante entra cobrindo o rosto nos estabelecimentos e depois que saem, as vítimas perdem o rastro dos criminosos”, afirma Aquino. “Com as câmeras, é possível saber até mesmo para onde foram os ladrões.”

Aquino diz que a Camerite pretende expandir cada vez mais o acesso do público a sua plataforma. “Queremos levar para as pessoas o nosso sistema simples de monitoramento e, até o final do ano, pretendemos alcançar a América Latina.”