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15 ideias de negócios para montar em casa
Existem formas simples de ganhar dinheiro trabalhando dentro da própria residência. Confira

Muita gente deseja trabalhar em casa. Se esse é o seu plano, conheça, abaixo, 15 ideias para se inspirar e trocar o escritório pelo home office. Nenhuma destas atividades exige curso superior e as competências para trabalhar com elas podem ser desenvolvidas em cursos profissionalizantes. Conheça:

 

1. Fotógrafo comercial

Mesmo com a popularização da fotografia digital, existe a procura por serviços profissionais nessa área, seja para a cobertura de um evento, de uma festa, fotografia publicitária (de produtos), editorial de moda, um ensaio fotográfico ou produção de um book.

 

2. Ilustrador

Muitos ilustradores trabalham em casa como freelancers. O trabalho pode ser realizado para ilustrar livros, apostilas, convites, caricaturas em festas, etc.

 

3. Estilista

O profissional da moda que trabalha com estilismo pode desenvolver suas coleções e peças a partir de um escritório em casa. Pode tanto trabalhar com marca própria e clientes próprios ou como consultor/profissional contratado por uma empresa do segmento.

 

4. Desenvolvedor de apps e jogos para celular

Esta é uma carreira relativamente nova mas que conta com amplo mercado para atuação. A partir de conhecimentos na área de programação e desenvolvimento, o profissional poderá trabalhar como freelancer ou contratado de alguma empresa especializada no serviço de criação de aplicativos e jogos para celular.

 

5. Projetista (Cadista)

Cadista é o profissional experiente em CAD, que é um programa de computador utilizado para desenvolver projetos, produtos e instalações. Escritórios de arquitetura contratam cadistas em home office para detalhar seus projetos. Para ser cadista não é preciso ser arquiteto ou engenheiro.

 

6. Professor particular

Quem possui conhecimentos específicos em alguma matéria pode dar aulas particulares em casa ou pela internet.

 

7. Organizador de eventos/festas

Inclui organização, pesquisa, contratação de serviços e acompanhamento de eventos ou festas. O organizador é responsável por administrar as demandas de um evento como flores e decoração, aluguel de salão, contratação de banda, buffet, etc.

 

8. Restaurador (instrumentos musicais, livros, fotos, documentos)

Conhecedores das técnicas de restauro contam com um mercado interessante para atuação. Muitos órgãos governamentais, ONG’s e até mesmo pessoa física têm requisitado o serviço de restauro de instrumentos musicais, documentos, fotos de família (utilizando o Photoshop), obras de arte, pinturas, livros, etc.

 

9. Hairstylist (cabeleireiro)

Muitos cabeleireiros famosos começaram assim, geralmente no salão ou barbearia do pai ou da mãe. Mesmo tendo aprendido o ofício com alguém, é fundamental fazer um curso na área para aprimorar as técnicas. Para início de carreira em casa, é possível começar pelo mais simples, como lavagem dos cabelos, corte e escova.

 

10. Serviços de day-care (crianças ou idosos)

O serviço pode ser pago por hora ou mensalmente e busca auxiliar os pais que precisam trabalhar ou resolver pendências fora de casa e não têm com quem deixar seus filhos. É preciso desenvolver atividades educativas e recreativas de acordo com a idade, além de capacitação para cuidados com criança ou idoso. Consulte a legislação municipal da sua cidade sobre como proceder neste caso.

 

11. Empresa de mudanças/carreto

Muitos proprietários de caminhonetes e pequenos caminhões passam a prestar este serviço para complementar a renda. O valor é por frete, de acordo com a distância, e é comum cobrar uma taxa extra caso necessite carregadores para o serviço.

 

12. Organizador profissional

Pessoas que têm facilidade em organizar roupas, documentos e objetos, podem trabalhar como organizadores profissionais. O serviço ocorre na casa ou escritório do cliente, mas você pode administrá-lo de casa.

 

13. Guia de turismo

Se você é bem informado sobre sua cidade ou bairro (com apelo turístico), está sempre em busca de novas informações e conhecimentos e gosta de interagir com pessoas, tornar-se um guia de turismo pode ser uma boa opção. É muito importante saber falar inglês e ter acesso às informações corretas para repassar aos turistas.

 

14. Aluguel de bicicletas

Seja voltado para o turista ou para o morador da sua cidade, o aluguel de bikes é um negócio relativamente novo e que tem crescido a cada ano. Neste negócio, é possível alugar bicicletas para adultos e crianças, capacetes, cadeirinhas, luz noturna, etc. Também é comum o agendamento de passeios de bicicleta pela cidade ou arredores, conhecido como cicloturismo.

 

15. Vendedor online

O vendedor online pode utilizar meios como sites, redes sociais e e-mail para realizar vendas de um determinado produto ou serviço e ser comissionado por isso. Geralmente as porcentagens de comissão não são muito altas, porém, se o vendedor alcançar boas vendas, consegue realizar um bom lucro pelo volume de negócios fechado.

Vale lembrar que é importante estar sempre atualizado com relação à atividade escolhida. Pesquise seu mercado, quais os concorrentes locais e como as pessoas de outros países montaram seu negócio. E é sempre bom aprender mais sobre assuntos complementares à atividade que você vai exercer, como marketing, finanças básicas, empreendedorismo, etc. E, finalmente, buscar informações sobre como trabalhar em casa com mais organização e produtividade.

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'Nômades digitais' trocam rotina por trabalho online.
A solução foi trabalhar de casa e realizar reuniões por ferramentas de teleconferência como o Skype.

 

O casal de publicitários Débora Corrano e Felipe Pacheco, ambos com 25 anos, deixou o emprego em uma agência para trabalhar como autônomos e buscar mais qualidade de vida, mas acabaram presos a uma rotina de longas horas no trânsito ao se deslocar entre um cliente e outro.

A solução foi trabalhar de casa e realizar reuniões por ferramentas de teleconferência como o Skype. "Tudo começou a ser feito na esfera digital e percebemos que não faria diferença trabalhar da nossa casa em Santana (na zona norte da capital) ou de Berlim", diz Pacheco, que decidiu levar a ideia ao pé da letra.

Junto com a namorada, Pacheco guardou dinheiro por um ano e no começo de 2014 mudou-se com mala, cuia e dois cachorros para Berlim, aderindo ao movimento conhecido como Nômades Digitais, formado por empreendedores e profissionais autônomos que uniram a vontade de viajar o mundo com um trabalho que pode ser executado remotamente por meio da internet.

"É uma questão de liberdade. Você percebe que faz sentido ser nômade no momento em que enxerga que gasta 4 horas do seu dia em deslocamentos para trabalhar em algo que talvez você não goste tanto", diz Débora, da casa onde atualmente vive com Pacheco e os dois cachorros em Córdoba, na Espanha.

Depois de nove meses em Berlim, o casal passou uma temporada em Madri e migrou para Córdoba antes de seguir até o próximo destino: Lisboa. Os nômades vivem assim, passam uma temporada de algumas semanas ou meses em um país até migrarem para o próximo destino que oferecer uma boa conexão Wi-Fi.

Ainda não há estatísticas sobre o nomadismo digital do mundo. Um dos principais marcos do movimento é o livro Trabalhe 4 horas por semana, de Tim Ferris, publicado em 2007 e que se debruça sobre as técnicas de como trabalhar online e por menos horas.

Há também centenas de ferramentas e blogs que abordam o dia a dia da vida de nômade e dão dicas para quem deseja se unir ao movimento. Débora mantém com Pacheco o blog Pequenos Monstros, que mostra a rotina de quem carrega a vida em uma mala e o emprego no laptop.

O nômade holandês Pieter Levels criou a Nomad List, que indica os melhores lugares para os nômades viverem;  o site, que lista trabalhos que podem ser realizados à distância; e o canal #nomads, na ferramenta de bate-papo Slack. "A primeira coisa a fazer é descobrir como ganhar dinheiro trabalhando online", diz Débora, que faz questão de frisar que a vida de um nômade digital não é tão fácil quanto parece. "Existe um movimento hoje que diz: 'Largue tudo agora e vá viajar', e nós sempre dizemos: 'Não, não largue seu emprego agora', faça um planejamento antes senão você ficará perdido", diz ela.

É o que defende também a publicitária Fernanda Nêute, de 34 anos, criadora do blog Fêliz com a Vida, que tornou-se nômade há três anos e meio por influência do namorado, o americano Mark Manson. "De 40 reuniões que eu fiz quando virei nômade, uma resultou em um cliente. Demorei quatro meses para conseguir um trabalho e ralei muito, mesmo sendo uma profissional com boa reputação e contatos no Brasil", diz ela, que teve como primeiro destino a Tailândia e hoje está em Nova York.

O principal desafio está em convencer as empresas nacionais de que dá para confiar em alguém que está trabalhando do outro lado do mundo. Ao mesmo tempo, a rotina de nômade exige organização. "As pessoas pensam que eu fico fazendo reunião por Skype da praia. Se você quer ter uma carreira melhor, não tem essa de trabalhar 4 horas por dia e ficar na praia", diz.

Para os nômades digitais o principal valor não está em ter uma vida fácil ou com menos trabalho, mas um novo estilo de vida. "A tecnologia proporciona às pessoas a possibilidade de serem livres", diz Fernanda.

Estratégia

Marcus Lucas, de 31 anos, toca cinco negócios no mundo digital em meio a outros projetos individuais. A maioria é baseada na venda de livros e treinamentos sobre empreendedorismo, que garantiram recursos para ele viajar por oito países desde que se tornou nômade, em 2011. "Muitas pessoas simplesmente guardam um montante para a viagem. Sugiro criar múltiplas fontes de renda no Brasil para obter rendimentos mensais consistentes antes de viajar", diz.

Ele recomenda ter um fundo de emergência de R$ 20 mil e uma renda mensal entre R$ 2 mil a R$ 3 mil para se manter como nômade digital, valor que também faz parte da média recomendada por outros adeptos do estilo de vida. "Em Chiang Mai (Tailândia) pagava R$ 500 de aluguel em um condomínio com piscina", diz.

O baixo custo de vida e a facilidade de visto são os fatores que tornam a Ásia um dos destinos favoritos dos nômades digitais. "Muitas pessoas acreditam que ser nômade é não parar em nenhum lugar, o que pode ser um tanto quanto equivocado", diz Lucas. "A grande maioria dos nômades fica no mínimo de um a dois meses em um país para ter maior imersão na cultura e firmar laços de amizade com os locais", diz ele, que planeja ficar por mais um ano na Tailândia, onde mora atualmente, para aprender o idioma local e muay thai.

Há também quem depois de um tempo planeje estabelecer-se em um local. Fernanda quer voltar ao Brasil. "Toda vez que volto a São Paulo o meu telefone começa a tocar (com propostas de trabalho). A melhor parte de ser nômade é ter flexibilidade para estar onde é importante", diz. "Pretendo empreender e o lugar onde preciso estar agora é São Paulo."

Já o casal Débora e Pacheco decidiu manter um apartamento alugado em Berlim para criar uma base na Europa entre uma viagem e outra. Eles apostam que as experiências de vida farão a diferença no currículo se voltarem ao Brasil. "Temos medo de fazer tudo errado, mas quem não tem?", questiona Pacheco.

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A ABF Franchising Expo, que acontece entre 4 e 7 de junho em São Paulo, é um dos maiores eventos do setor de franquias no mundo e apresenta diversas oportunidades para quem deseja empreender. A edição deste ano traz empresas que participam da exposição pela primeira vez.

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Os prós e contras de embarcar em uma franquia nova.

 Lançar franquias ficou na moda. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), apenas no ano passado 239 redes entraram em operação, totalizando 9.242 franqueadoras no Brasil. Mas será que embarcar em uma franquia nova é uma boa opção?

Segundo Adir Ribeiro, fundador e presidente da Praxis Business, isso depende do seu perfil. "Quem procura uma franquia nova tem de ter uma personalidade mais agressiva e estar disposto a correr riscos", afirma.

Filomena Garcia, sócia da Franchise Store, dá um conselho para qualquer um que queira ter uma franquia, seja ela tradicional ou nova: "o que não muda é olhar se esse negócio foi formatado para ser franqueável e se há uma revisão periódica em seu modelo", afirma a especialista.

Dentro dessa busca por informações, um documento que todo franqueado deve exigir é a Circular de Oferta de Franquia (COF), que mostra tudo que é preciso saber antes de entrar em uma franquia. "Todo franqueador é obrigado, por lei, a oferecer o documento no mínimo dez dias antes de qualquer pagamento ou assinatura de contrato. Se não for comprovado que a COF foi entregue no prazo, os contratos são anulados", diz Marcus Rizzo, sócio da Rizzo Franchise.

Veja, a seguir, quatro oportunidades e quatro cuidados que um futuro franqueado deve ter ao se decidir por uma franquia recém-lançada: 

Pró: pode ser uma oportunidade de mercado.

Caso o modelo de negócio da franquia seja uma novidade, é possível que o franqueado aproveite esse diferencial. "Levar inovação para o mercado pode abrir uma oportunidade de sucesso", diz Filomena.

Nessa situação de oportunidade, é possível obter um retorno do investimento em um prazo menor do que em franquias mais tradicionais. "No momento certo e com um investimento razoável, o negócio pode ser muito rentável. Isso acontece quando você consegue ter um grande volume de vendas", afirma Rizzo.

Pró: o investimento pode ser menor e dá para negociar adicionais.

A maioria das franquias recém-lançadas costumam pedir um investimento inicial menor por parte do franqueado. "Elas costumam ter taxas menores. Depois que crescem, esse valor vai aumentando", afirma Rizzo.

Segundo Ribeiro, o risco maior oferecido pela franquia nova faz com que o franqueado possa barganhar nos custos adicionais. "Aproveite este fato e negocie condições diferenciadas em relação a questões como marketing de lançamento da franquia", sugere o especialista. 

Pró: a franquia está aberta a sugestões.

Segundo Filomena, os franqueadores costumam estar mais abertos a mudanças quando o empreendimento acabou de ser formatado e lançado. Assim, essa é uma oportunidade para o franqueado contribuir com o modelo de negócios da franquia. "Ele pode contribuir mais com ideias e sugestões", diz a especialista.

Pró: o franqueado pode crescer com a marca.

Embarcar em uma franquia nova é bom para quem quer abrir mais de uma unidade do mesmo negócio. "Você, depois de pegar um know-how, quer crescer com a marca. Mas as franquias tradicionais já têm muitos franqueados, e há uma limitação de crescimento. Você acaba tendo de ir para outra franquia", diz Filomena.

Contra: o negócio ainda não foi muito testado.

Antes de embarcar em qualquer franquia, é preciso questionar a experiência anterior do franqueador em relação ao modelo de negócio que ele oferece. Segundo pesquisa feita pela Rizzo Franchise neste ano, 43% de todos os franqueadores não possuem uma unidade própria, o que está associado à falta experiência.

Rizzo recomenda questionar se o franqueador já concluiu um ou dois ciclos fiscais do negócio, para garantir informações como prazo de retorno e capital de giro necessário. Também é preciso saber se há algum franqueado que já opera neste modelo de negócio, para ter uma prova prática dos dados que a franqueadora oferece.

Filomena diz que o franqueado precisa ser mais flexível se quiser ter uma franquia recém-lançada. "O franqueador estará ajustando sua operação, e você deve estar aberto a aprender junto com ele".

Contra: o risco é maior.

Além de tomar cuidado com as franquias sem unidade própria, o futuro franqueado também deve ficar atento às marcas em que o franqueador possui uma unidade. Isso porque, com o crescimento do seu negócio, muitos empreendedores acabam optando por entrar no mercado de franquias sem antes estudar a fundo esse modelo. Nos dois casos, o risco para o franqueado é maior do que com franquias tradicionais.

"Esse investidor tem de ter consciência desse risco. Em uma franquia recém-lançada, o suporte ainda não está estruturado", diz Ribeiro. Segundo Rizzo, a avaliação deve ser mais cuidadosa. "Você pode estar entrando em uma aventura com outro aventureiro, e não com um guia".

Contra: a marca ainda é desconhecida.

Se a rede de franquias é nova, ela provavelmente é desconhecida do público - a não ser que já possua muitas unidades próprias. "Você vai crescer com a marca, há um tempo de maturação", afirma Filomena. A especialista recomenda saber quantas unidades a marca pretende ter. Assim, você já poderá saber quais são os planos do franqueador em termos de expansão.

Saiba que, no começo, você terá de por a mão na massa também nesse aspecto. "Divulgação é um trabalho que sempre fica na mão dos primeiros franqueados, o que exige um esforço maior", afirma Rizzo. Esse é um dos fatores que explicam porque redes recém-lançadas exigem um investimento inicial menor por parte do franqueado.

Contra: pode ser apenas uma moda.

Um problema que também tem a ver com a marca é o fato de que algumas novas franquias apostam em negócios que estão na moda. O cuidado está em verificar se essa tendência pode sobreviver no longo prazo, considerando os efeitos da sazonalidade: será que a franquia resiste a épocas com menor procura do seu produto ou serviço? 

"Geralmente, quando você entra no negócio, a moda já passou. Acredite em redes que tenham alta possibilidade de sobrevivência e também consistência. Quem pode te dar essa informação é quem já está operando, ou seja, os franqueados que a rede já tem", afirma Rizzo. O especialista diz que uma empresa pode até ter produtos da moda no portfólio, mas não fazer um negócio sustentado apenas por eles.

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9 mercados para investir no e-commerce em 2016
Pesquisa encomendada pelo PayPal analisou o perfil do consumidor brasileiro no comércio eletrônico

O PayPal, em parceria com a Ipsos, divulgou nesta terça-feira (17/11) uma pesquisa sobre o perfil do consumidor online. O estudo mostrou que o brasileiro confia mais no e-commerce nacional do que no estrangeiro.

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Como valorizar seu tempo para o bem da empresa.
Ficar apagando pequenos incêndios o dia todo consome o tempo que deveria ser dedicado a pensar em estratégias. Evite isso

Produtividade versus perda de tempo, eis a questão – de novo. Os motivos de atrasos e distrações na rotina de trabalho aumentam em velocidade prodigiosa. Para quem está começando um negócio, com dinheiro contado e pouca gente (ou nenhuma) para ajudar, a questão pode se tornar de vida ou morte (da empresa, bem entendido). Por isso, nunca é demais voltar ao assunto e pedir ajuda aos especialistas. Foi o que fez Jane Porter, blogueira do site da revista Entrepreneur . Ela identifica sete armadilhas em que caímos facilmente e sugere como parar com isso.

1

Você se deixa soterrar por tarefas administrativas. Muita gente não gosta de lidar com trâmites financeiros ou fazer atualização de sites. Normal. O problema é perder horas com isso, boa parte delas inventando desculpas para si mesmo e evitando pôr a mão na massa. Pagar alguém para fazer essas tarefas acaba saindo mais barato.

2

Você deixa pequenos afazeres para depois. Por que não pagar uma conta ou responder um email assim que chegam? É muito mais eficiente, mas costumamos deixar para depois, achando que há coisa mais urgente para fazer. Cálculo errado.

 

3

Você pajeia funcionários. Alguns subordinados pedem atenção constante, e seus chefes acabam correspondendo por temerem que o trabalho não seja feito a tempo. Pode parecer cruel, mas se esse funcionário não parece pronto para ganhar a autonomia necessária, é melhor dispensá-lo.

 

4

Você se deixa levar por emergências diárias. Ficar apagando pequenos incêndios o dia todo consome o tempo que deveria ser dedicado a pensar em estratégias para fazer o negócio progredir. Se não for possível delegar, pelo menos tire um período diário para se dedicar às prioridades.

 

5

Você lida com as redes sociais caoticamente. Hoje quase todo mundo fica algum tempo interagindo no Facebook, no Twitter ou coisa parecida. E, no que se refere a produtividade, todo mundo lamenta que gasta tempo demais com isso. O remédio é estabelecer objetivos claros. As redes sociais fazem parte da estratégia de marketing da empresa e devem ser administradas para dar resultados.

 

6

 Você tenta inventar a roda. Muitas vezes insistimos em tentar reavivar projetos ultrapassados ou que já não deram certo, mas nos recusamos a admitir. Seja franco consigo mesmo, avalie se eles realmente merecem seu tempo e, se for o caso (geralmente é), esqueça.

 

7

Você é levado pelos clientes a repetir sempre a mesma coisa. Se isso acontece, pense em criar textos-padrão para serem usadas em emails, consultas de serviços, faturas, pautas de reuniões etc.

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